Publicação da Ação Educativa
A Ação educativa organizou um dossiê a respeito da polêmica gerada pela publicação do livro "Por uma vida melhor", contendo esclarecimentos a respeito e artigos publicados a respeito pelos mais diferentes autores.
Veja o que diz a nota introdutória do documento.
Entenda o caso
Desde o último 12 de maio de 2011, muitas notícias, debates e artigos foram veiculados pelos meios de comunicação acerca de um trecho presente em uma página do livro " Por uma vida melhor" que trata do qeu se denomina de variação linguística. Informações incorretas ou imprecisas foram divulgadas com base em uma frase retirada de seu contexto. Considerando esses equívocos, a Ação Educativa, responsável pela construção da proposta pedagógica da obra, informa que:veículos omitiram este “detalhe” e a mídia televisiva chegou a ilustrar VTs com salas de1. O livro é destinado à EJA – Educação de Jovens e Adultos. Ao falar sobre o tema, muitos
crianças. Nessa modalidade, é necessário levar em consideração a bagagem cultural do
adulto para incentivá-lo a adquirir novos conhecimentos.
2. O capítulo “Escrever é diferente de falar”, como o próprio título indica, propõe, em um
trecho específico, apresentar ao estudante da modalidade de Educação de Jovens e Adultos
(EJA) as diferenças entre a norma culta e as variantes que ele aprendeu até chegar à escola,
ou seja, variantes populares do idioma.
3. Os autores não se furtam a ensinar a norma culta. Pelo contrário, a linguagem formal é
ensinada em todo o livro, inclusive no trecho em questão. No capítulo mencionado, os
autores apresentam trechos inadequados à norma culta para que o estudante os reescreva
e os adeque ao padrão formal, de posse das regras aprendidas. Por isso, é leviana a
afirmação de que o livro “despreza” a norma culta. Ainda mais incorreta é a afirmação de
que o livro “contém erros gramaticais”, ou ainda que “ensina a falar e escrever errado”.
4. O livro “Por uma vida melhor” faz parte do Programa Nacional do Livro Didático e está
plenamente de acordo com o que está proposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais
para a língua portuguesa, publicados em 1997. Por meio do PNLD, o MEC promove a
avaliação de dezenas de obras apresentadas por editoras, submete-as à avaliação de
especialistas e depois oferece as aprovadas para que secretarias de educação e professores
façam suas escolhas. O livro produzido pela Ação Educativa foi submetido a todas essas
regras e escolhido, pois se adequa aos parâmetros curriculares do Ministério e aos mais
avançados parâmetros da educação linguística.
5. A Ação Educativa tem larga experiência no tema, e a coleção Viver, Aprender é um dos
destaques da área. Seus livros já foram utilizados como apoio à escolarização de milhões de
jovens e adultos, antes de ser adotado pelo MEC, em vários estados.
http://www.acaoeducativa.org.br/portal/images/stories/pdfs/dossie%20-%20por%20uma%20vida%20melhor%20final_30_06_2011.pdf
A Ação educativa organizou um dossiê a respeito da polêmica gerada pela publicação do livro "Por uma vida melhor", contendo esclarecimentos a respeito e artigos publicados a respeito pelos mais diferentes autores.
Veja o que diz a nota introdutória do documento.
Entenda o caso
Desde o último 12 de maio de 2011, muitas notícias, debates e artigos foram veiculados pelos meios de comunicação acerca de um trecho presente em uma página do livro " Por uma vida melhor" que trata do qeu se denomina de variação linguística. Informações incorretas ou imprecisas foram divulgadas com base em uma frase retirada de seu contexto. Considerando esses equívocos, a Ação Educativa, responsável pela construção da proposta pedagógica da obra, informa que:veículos omitiram este “detalhe” e a mídia televisiva chegou a ilustrar VTs com salas de1. O livro é destinado à EJA – Educação de Jovens e Adultos. Ao falar sobre o tema, muitos
crianças. Nessa modalidade, é necessário levar em consideração a bagagem cultural do
adulto para incentivá-lo a adquirir novos conhecimentos.
2. O capítulo “Escrever é diferente de falar”, como o próprio título indica, propõe, em um
trecho específico, apresentar ao estudante da modalidade de Educação de Jovens e Adultos
(EJA) as diferenças entre a norma culta e as variantes que ele aprendeu até chegar à escola,
ou seja, variantes populares do idioma.
3. Os autores não se furtam a ensinar a norma culta. Pelo contrário, a linguagem formal é
ensinada em todo o livro, inclusive no trecho em questão. No capítulo mencionado, os
autores apresentam trechos inadequados à norma culta para que o estudante os reescreva
e os adeque ao padrão formal, de posse das regras aprendidas. Por isso, é leviana a
afirmação de que o livro “despreza” a norma culta. Ainda mais incorreta é a afirmação de
que o livro “contém erros gramaticais”, ou ainda que “ensina a falar e escrever errado”.
4. O livro “Por uma vida melhor” faz parte do Programa Nacional do Livro Didático e está
plenamente de acordo com o que está proposto nos Parâmetros Curriculares Nacionais
para a língua portuguesa, publicados em 1997. Por meio do PNLD, o MEC promove a
avaliação de dezenas de obras apresentadas por editoras, submete-as à avaliação de
especialistas e depois oferece as aprovadas para que secretarias de educação e professores
façam suas escolhas. O livro produzido pela Ação Educativa foi submetido a todas essas
regras e escolhido, pois se adequa aos parâmetros curriculares do Ministério e aos mais
avançados parâmetros da educação linguística.
5. A Ação Educativa tem larga experiência no tema, e a coleção Viver, Aprender é um dos
destaques da área. Seus livros já foram utilizados como apoio à escolarização de milhões de
jovens e adultos, antes de ser adotado pelo MEC, em vários estados.
http://www.acaoeducativa.org.br/portal/images/stories/pdfs/dossie%20-%20por%20uma%20vida%20melhor%20final_30_06_2011.pdf

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